quinta-feira, 6 de setembro de 2012

“Vamos cobrar empenho e rapidez da Cedae nas obras para levar água às regiões mais necessitadas”

1 - Por que ser prefeito de Caxias?
- Depois de ser vereador, deputado estadual por três vezes e o prefeito que, em apenas um mandato, mais fez por Caxias, não descansei. Em 2009, a convite do Governador Sérgio Cabral, assumi a Subsecretaria estadual de Obras Metropolitanas e, em 2010, fui eleito deputado federal, com quase 140 mil votos. Durante todo esse tempo, continuei acumulando conhecimento e bagagem política. Hoje, estou ainda mais preparado para ser, de novo, o prefeito que mais faz por Caxias. Com a mesma determinação para trabalhar, porém com mais sabedoria para realizar. A mesma vontade de ajudar, agora com mais experiência para melhorar a vida dos que mais precisam. Com o mesmo amor por Caxias e com um orgulho ainda maior dos caxienses.

2 - Caso seja eleito, quais áreas serão prioridade como chefe do Executivo?
- Saúde: Criar e Implantar Centro de Recuperação de Dependentes Químicos, Modernização e Ampliação do Hospital Infantil, Reestruturação do Hospital Moacyr do Carmo e ampliação e modernização da Maternidade de Xerém; Meio Ambiente: Reflorestar as áreas degradadas e incentivar o desenvolvimento Sustentável; Educação: Implantar 30 creches e reestruturar as existentes, Criar o Sistema de Horário Integral nas Escolas, Garantir o fornecimento de material didático, pedagógico e uniforme escolar, Reintroduzir o café da manhã em toda a rede pública, Garantir a distribuição de merenda de qualidade, Implantar Educação de Jovens e Adultos (EJA) com profissionalização e Atenção especial ao ensino de jovens e adultos concomitante com cursos profissionalizantes; Ciência e Tecnologia: Implantação do Parque Tecnológico de Xerém e Reimplantação e ampliação dos Centros Avançados de Ensino Profissionalizante (CAEP/FUNDEC) para todos os distritos; Transportes: Implantar a estação ferroviária perto da Reduc, São Bento e Pilar, integração dos modais de transportes, Criação do BRT de Duque de Caxias x Rio de Janeiro e Implantação do Bilhete Único Municipal em cima da menor tarifa; Infraestrutura: Conclusão da duplicação da Avenida Presidente Kennedy e construção do anel viário de Campos Elíseos para atender à população do 2º e 3º distrito; Habitação: Construção de Casas Populares para reduzir o déficit habitacional, o problema das famílias que moram em áreas de risco e de forma sub-humana.

3.  Como o senhor pretende enfrentar o problema da falta d'água no município, um dos mais reclamados pelos moradores?
- Vamos cobrar empenho e rapidez da Cedae nas obras para levar água às regiões mais necessitadas. Mas o mais importante será a criação da Cia. Municipal de Água e Esgoto de Duque de Caxias. Ela vai atender a todos os moradores e empresas do município através do serviço de distribuição de água e recolhimento e tratamento de esgotos. Assim, teremos autonomia administrativa para resolver as questões de abastecimento em nível municipal.

4 - Com relação ao desenvolvimento econômico, quais serão suas principais iniciativas?
- Na área de desenvolvimento econômico, nosso programa contempla três metas prioritárias: Desburocratizar a documentação necessária para abertura de novas empresas, Implantar uma nova política de incentivos fiscais, como forma de atrair cada vez mais empresas a Caxias, e Reestruturar o Mercado Popular, com infraestrutura completa para o seu pleno funcionamento sob controle dos trabalhadores.

5 - Quais critérios o senhor vai utilizar para definir seu secretariado e demais escalões?
            - Quero me cercar de pessoas competentes, motivadas e capazes, com espírito público para devolver qualidade de vida a Duque de Caxias. Nosso governo será participativo e transparente. Vamos fazer um choque de gestão, com uma auditoria na folha de pagamento e a criação de um canal de comunicação direta entre o gabinete do Prefeito e os movimentos sociais.

6 - Uma mensagem especial para os leitores?
- Saber administrar é saber ouvir as pessoas. Ninguém conhece melhor do que você os problemas que afetam a sua vida, o dia-a-dia da sua rua, do seu bairro, da escola dos seus filhos, da saúde na sua região. E a melhor maneira de resolver esses problemas é discutir com você as soluções. Quero saber o que a população pensa sobre temas importantes, como Saúde, Educação, Segurança, Trânsito, Emprego, Saneamento, entre muitos outros. É assim, ouvindo as pessoas, conhecendo as necessidades de cada um, que vou administrar Caxias. Será um governo para todos. Se o povo me der essa oportunidade, vou arregaçar as mangas, acordar cedo e trabalhar muito, como sempre fiz. Penso no futuro dos meus filhos, dos jovens e das crianças. A gente trabalha por eles, para que a vida desses garotos e garotas seja melhor que a nossa. E, para isso, a gente precisa trabalhar. Caxias será uma cidade cada vez melhor.

TSE autoriza envio de forças federais para 50 municípios

A fim de garantir a segurança durante as eleições municipais de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de forças federais para 50 localidades do Amazonas, do Maranhão, do Pará e do Tocantins. A presença das tropas federais foi solicitada por tribunais regionais eleitorais de seis estados. Os pedidos das outras duas unidades da federação estão sendo analisados e, por isso, o Tribunal não informou quais são. Com isso, pode chegar a 90 o número de cidades onde a segurança será reforçada. O auxílio de forças federais, que podem ser compostas por pessoal do Exército, Marinha e Aeronáutica, é fruto de uma parceria entre o TSE e o Ministério da Defesa. Além de avaliar as justificativas de cada tribunal regional, o TSE exige que os governadores confirmem não ter condições de garantir a segurança e a normalidade da votação nos municípios.
No Amazonas, a segurança das cidades de Maués, Manicoré e Novo Airão será reforçada durante o primeiro turno das eleições, no dia 7 de outubro. No Tocantins, além do município de Tocantínia, as forças atuarão nas aldeias indígenas Xerente, Rio Sono, P.I Xerente, Brejo Comprido, Rio Vermelho, Pedra Branca e Cachoeira. O TSE também autorizou o envio das tropas para São Mateus do Maranhão (MA) e para outras 39 cidades paraenses: Afuá, Almeirim, Altamira, Aveiro, Barcarena, Cachoeira do Arari, Canaã dos Carajás, Capanema, Chaves, Conceição do Araguaia, Curuá, Curuçá, Eldorado dos Carajás, Faro, Floresta do Araguaia, Garrafão do Norte, Gurupá, Ipixuna do Pará, Itaituba, Jacareacanga, Juruti, Marabá, Nova Esperança do Piriá, Novo Progresso, Novo Repartimento, Paragominas, Parauapebas, Placas, Portel, Prainha, Redenção, Rondon do Pará, Santa Cruz do Arari, Santa Maria das Barreiras, São Félix do Xingu, São Miguel do Guamá, Terra Alta, Terra Santa e Tomé-Açu.

Presos prefeito e candidata de Guapimirim, acusados de desvio

A Polícia Civil prendeu o prefeito de Guapimirim, Renato Costa Mello Júnior, o Júnior do Posto, em sua casa, na Barra da Tijuca. Também foi detida a ex-secretária de governo Ismeralda Garcia da Costa (PMDB), candidata à prefeitura com o apoio do prefeito. Eles são acusados de desviar, há cerca de quatro anos, mais de R$ 1 milhão por mês de recursos públicos da prefeitura.
A operação foi batizada de “Os Intocáveis”. Ao todo, a justiça expediu 45 mandados de busca e apreensão e sete de prisão contra o presidente da Câmara Marcelo Emerick (PPS), conhecido como Marcelo do Queijo, o chefe do setor de Licitações da prefeitura, Ramon Pereira da Costa Cardoso; Ivan Azevedo Valentino, o Ivan do Gazetão [jornal de circulação local]; e Ronaldo Coelho Amorim, o Ronaldinho. A polícia prendeu também o atual secretário de Governo, Isaías da Silva Braga, o Zico. Policiais civis apreenderam cerca de R$ 1 milhão em dinheiro e jóias na casa do prefeito, da candidata e do presidente da Câmara.
O Ministério Público do Rio denunciou 16 pessoas do esquema sob acusação dos crimes de quadrilha armada, fraude em licitação, corrupção ativa, coação no curso do processo e peculato, que podem somar até 24 anos de prisão. Entre os denunciados, que não têm mandado de prisão decretada, estão os vereadores Iram Moreno de Oliveira (PMDB), o Iram da Serrana; Alexandre Duarte de Carvalho (PSC) e Marcel Rangel Garcia (PMDB), Marcel do Açougue, que recebiam mensalmente, cada um, valores entre R$ 50 mil e R$ 80 mil para evitar que as contas da prefeitura fossem alvo de fiscalização pela Câmara. Os policiais realizam buscas nas casas dos acusados, na Câmara e no comitê de campanha.

Barrado candidato que teve contas rejeitadas

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou, na sessão desta terça-feira (4), por unanimidade, decisão individual do ministro Arnaldo Versiani, que aplicou a Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010) na rejeição de recurso de Maurício Xavier de Oliveira Rosa Junior, que pretendia disputar o cargo de prefeito no Município de Cananéia-SP. Quando presidiu a Câmara de Vereadores da Estância Balneária de Mongaguá, Maurício Xavier realizou gastos acima do limite previsto na Constituição Federal (artigo 29-A, inciso I) para pagar aposentadoria a vereadores.
Suas contas relativas ao exercício de 2004 foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas de São Paulo, circunstância que atrai a causa de inelegibilidade prevista na alínea “g” do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades, alterada pela Lei da Ficha Limpa). O TRE-SP manteve a sentença que indeferiu o registro a Maurício Xavier por entender que a violação ao dispositivo constitucional é irregularidade de natureza insanável.
Relator do recurso, o ministro Arnaldo Versiani esclareceu ao Plenário que a conduta do então vereador causou prejuízo ao Erário, caracterizando ato doloso de improbidade de que trata a Lei da Ficha Limpa, que alterou a redação da LC 64/90. “Constitui ato doloso de improbidade administrativa, a atrair a inelegibilidade da alínea g do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar 64/90, o pagamento intencional e consciente de verbas a vereadores por mais de um ano, em descumprimento à decisão judicial, o que acarretou inclusive a propositura de ação civil pública por lesão ao Erário”, afirmou.

A campanha de prefeito nas ruas de Duque de Caxias

ALEXANDRE CARDOSO
O candidato Alexandre Cardoso (PSB) fez na manhã de domingo (2/9) uma caminhada pelo Jardim Gramacho, bairro que recebeu dele atenção especial quando estava à frente da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e mais recentemente depois do fechamento do aterro sanitário que funcionou naquele local por mais de trinta anos. Foi montado um canteiro-escola  para capacitar os ex- catadores em várias profissões, como eletricista, bombeiro hidráulico, marceneiro entre outros cursos.
            O deputado estadual Zaqueu Teixeira (PT), foi até o local levando uma mensagem de apoio do partido e de suas principais lideranças nacionais entre elas a do ex- presidente Luís Inácio Lula da Silva, a candidatura de Alexandre Cardoso ao governo de Duque de Caxias.  Para Alexandre, a cidade vem mostrando de forma clara que quer uma mudança em sua administração. “Caxias está cansada de ter administrações que não tiveram competência para administrá-la. As pessoas não suportam mais ter escolas que não oferecem um ensino de qualidade. Não por culpa dos professores é preciso destacar, pois temos profissionais mais do que capacitados. Mas como motivar o aluno se ele encontra um colégio sem laboratório de informática, quadra de esportes e salas sem refrigeração? O que falar dos postos de saúde, onde faltam médicos e remédios? É isso que queremos mudar”, disse.

DICA
            O deputado estadual Dica esteve reunido na última segunda-feira (3) com alunos da Universidade Estácio de Sá, no bairro Jardim 25 de Agosto, onde, como convidado, apresentou seu plano de governo aos alunos e respondeu a perguntas. Candidato da coligação “Coragem para Mudar” foi recebido com entusiasmo no auditório lotado. "Fico muito satisfeito quando me deparo com uma iniciativa desse porte. Aqui [na universidade], estão aqueles que podem e querem contribuir para o avanço da nossa cidade, aqueles que buscam formação e conhecimento para melhorar a qualidade de vida e prestar serviços de excelência à sociedade", assinalou o candidato.
Ao final da apresentação, ao ser indagado sobre sua opinião em relação ao problema com o saneamento básico no município, Dica foi taxativo: "Eu acho uma vergonha uma cidade tão rica e em pleno século XXI, ainda discutir sobre saneamento básico. Nós deveríamos nos preocupar com desenvolvimento sustentável, com preservação ambiental, com reciclagem e energia limpa. No meu governo, a questão do saneamento vai ser rigorosamente observada, e já que eles não resolveram em 20 anos, podem deixar que eu vou resolver".
Na terça-feira (4), Dica fez corpo-a-corpo na Vila São Luiz e ontem (5) esteve reunido com moradores do 4º Distrito do Município. O candidato ouviu várias reclamações de moradores e reivindicaram melhorias para a região caso seja eleito.


ZITO
Milhares de pessoas acompanharam o prefeito Zito (PP) pelas principais ruas. Com muita disposição, Zito deu início ao evento, na Avenida Brigadeiro Lima e Silva. “Gostaria de mais uma vez agradecer a presença de todos vocês. Essa é a Caminhada da Vitória, uma caminhada  histórica. Ela vai marcar uma nova fase nesta campanha rumo à reeleição. Vamos caminhar, deixa o Zito trabalhar”, pediu Zito, que foi recebido por muitas crianças, enquanto a multidão acompanhava o prefeito ao som do “É o Zito, é o Zito, é o Zito” em ritmo funk.
Durante o trajeto, que terminou próximo ao Shopping Center, Zito foi saudado por centenas de moradores. Dona Laura falou sobre a felicidade que tem em morar em Duque de Caxias. “Eu amo esse homem. Ele mudou Duque de Caxias. Zito praticamente reconstruiu esta cidade. Antes dele, aqui não era nada. Agora não. Temos asfalto, saneamento, mais escolas e hospitais. Tudo isso graças ao Zito", disse a dona de casa. Das janelas dos apartamentos, moradores demonstraram apoio ao candidato. “Eu vim aqui para ver o Zito de perto mais uma vez. Ele escuta a gente. Esse homem é bom, é trabalhador. O Zito fala a verdade” disse a comerciante Simone de Oliveira.

Trabalhos da CPI do Cachoeira interrompidos até as eleições

A cúpula da CPI Mista que investiga as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários, decidiu terça-feira (4) interromper os trabalhos da comissão até o término das eleições municipais, em outubro, alegando falta de quórum para promover sessões. O anúncio foi feito pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI, após reunião dos líderes partidários da CPI. Apenas o PPS não concordou com a decisão.
“Os fatos se impõem à realidade. Até o final de setembro, não tem como se colocar parlamentar aqui, com a base pressionando pela sua presença na disputa municipal”, disse o senador. A CPI está prevista para terminar no dia 4 de novembro. O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), pretende apresentar um balanço do que foi investigado na primeira semana de outubro. O parlamentar quer apresentar seu relatório final entre o primeiro e segundo turnos da eleição.
Enquanto as reuniões estão suspensas, o relator Odair Cunha (PT-MG), vai fazer um balanço das informações apuradas até agora e traçar um organograma de como funcionava a suposta organização criminosa comandada pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Esse balanço será apresentado na primeira reunião após as eleições. A avaliação sobre a necessidade ou não de prorrogar os trabalhos da CPMI, e sobre a possibilidade de novas quebras de sigilo de empresas ou pessoas ligadas ao esquema, também ficará para outubro.
Em fevereiro deste ano, a operação Monte Carlo, da Polícia Federal, revelou as íntimas relações do bicheiro Carlos Cachoeira com influentes políticos do Centro-Oeste, tanto da oposição como da base aliada. O senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM), figura de proa da oposição, foi o primeiro atingido. Uma série de gravações apontou que um dos mais combativos políticos do Congresso usava sua influência e credibilidade para defender os negócios de Cachoeira em troca de ricos presentes. Os grampos da PF também complicaram parlamentares de pelo menos seis siglas (PT, PSDB, PP, PTB, PPS e PCdoB), dois governadores (o petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, e o tucano Marconi Perillo, de Goiás) e a Delta, de Fernando Cavendish, empreiteira com maior número de obras no PAC. As revelações levaram à abertura de diversos inquéritos no STF, STJ e na Justiça Federal de Goiás e à criação de uma CPI no Congresso.

A última eleição indireta para presidente

Durante o governo militar, iniciado em abril de 1964, os presidentes da República eram escolhidos em eleições indiretas, por meio do Colégio Eleitoral, composto por congressistas e delegados das assembléias legislativas de todo o país. Todos os presidentes que ocuparam o poder nesse período, foram militares do Exército - o último deles foi o general João Batista Figueiredo. Na última dessas eleições diretas, ocorrida em 1985, pela primeira vez, a disputa ocorreu entre dois civis - o deputado federal Paulo Maluf (do PDS), apoiado pelo regime militar) e Tancredo Neves, da oposição, ex-governador de Minas Gerais (1983-84), do PMDB.
A escolha de Maluf, em agosto de 1984, não representou o consenso dentro do partido. Dissidentes criaram a Frente Liberal e apoiaram o candidato da oposição. Um projeto de emenda constitucional com o objetivo de definir a escolha do presidente da República pelo voto direto foi proposta pelo deputado Dante de Oliveira. Ela,no entanto, foi rejeitada na Câmara, com diferença de apenas 22 votos.
Coube novamente ao Colégio Eleitoral definir o escrutínio presidencial, através de seus 686 membros - 356 do PDS e 330 dos partidos de oposição, entre os quais o PMDB, o PDT, o PTB e o PT. Sem óbices quanto ao modo de votação no Colégio Eleitoral - o TSE entendeu que o princípio da fidelidade partidária não era aplicável ao Colégio Eleitoral -, a Frente Liberal uniu-se ao PMDB, PDT e PTB, sendo criada a Aliança Democrática, cujos candidatos a presidente e vice-presidente da República eram Tancredo Neves e José Sarney, respectivamente. A Aliança Democrática contou com 480 votos e venceu o pleito com uma diferença de 300 votos. Com a morte de Tancredo, José Sarney assumiu o cargo e o país voltaria a realizar eleições diretas para presidente da República em 1989, sendo eleito o civil Fernando Collor.